Sem um rumo certo a seguir.
Sem um porto seguro para aportar.
Sigo em mares desconhecidos e turbulentos, por vezes de maré serena, ora outras, de maré revoltosa.
Não tenho olhos além, apenas me deixe navegar.
Se chegarei ou não em algum destino, isso só o tempo nos dirá, pois é o tempo que faz esse mundo girar e só ele tem a capacidade de nossa vida mudar.
E é nas mãos de Poseidon que me entrego.
E deixo assim, a maré me guiar.
Patrícia Belmonte

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