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terça-feira, 27 de agosto de 2013

Sem Rumo



Sem um rumo certo a seguir.

Sem um porto seguro para aportar.

Sigo em mares desconhecidos e turbulentos, por vezes de maré serena, ora outras, de maré revoltosa.

Não tenho olhos além, apenas me deixe navegar.

Se chegarei ou não em algum destino, isso só o tempo nos dirá, pois é o tempo que faz esse mundo girar e só ele tem a capacidade de nossa vida mudar.

E é nas mãos de Poseidon que me entrego.

E deixo assim, a maré me guiar.



Patrícia Belmonte


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