Pensar sempre foi meu calcanhar de Aquiles, minha
fragilidade.
Compreendo que é mérito de poucos ocuparem a mente com meditações
e questionamentos, que se supõe hão de gerar frutos e boa colheita.
Mas também existem aqueles pequenos, ínfimos momentos que
tudo o que a gente mais quer é apenas zerar as contas com nossos pensamentos.
Enquanto penso vou circulando pelas inúmeras sensações que
habitam o meu ser, e a cada trecho percorrido sigo colecionando sorrisos
vastos, lágrimas incessantes, alegrias passageiras e dores relutantes.Patrícia Belmonte

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