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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Da Série: Alma


Procuram-se pessoas que saibam plantar flores nas almas. 

É imprescindível que possuam olhos no coração para fazer crescer a plantação.



Patrícia Belmonte


domingo, 22 de maio de 2016

Da Série: Palavras


É durante as madrugadas que tiro as palavras para dançar.


Patrícia Belmonte


Da Série: Sobre a Loucura (Música)



Nunca entendi a loucura ou a definição que alguns têm sobre ela, a única coisa que sei é que sou taxada de maluca por diversas vezes. Na maioria delas, pelos amigos, com carinho e admiração, porém algumas com preconceito.

Na minha cabeça a sociedade julga como louco todo aquele que pensa ou age de forma diferente dos padrões impostos por ela. Costuma aliená-los em hospitais psiquiátricos e sanatórios sem direito ao pensamento próprio.

Com isso não quero dizer que não existam doenças da mente, poderia citar uma infinidade de transtornos que acometem muitos indivíduos, alguns de nascença, outros que desenvolvem as doenças psíquicas durante determinados momentos da vida, pois já existe a pré-disposição genética para tais.

O que me incomoda é a maneira com que vejo o pensamento diferente assustar aqueles que seguem determinados padrões sociais, mesmo que isso não afete em nada a sua vida.

Posso relatar que tive contato direto com muitas pessoas que apresentavam quadros psiquiátricos “anormais” e digo com o maior conhecimento de causa, por experiências vividas que a grande parte deles foram as pessoas mais humanas e amorosas que tive contato nessa vida.

O pensamento diferenciado é criativo, ele vive envolto em uma aura que transcende os sentimentos, é um excesso de sentimentos que lhes compõem.

Amenizando os sintomas das doenças, diagnosticadas de fato, o pensamento é quase sempre mais claro do que o daqueles que vivem dentro da caixa de Pandora, como diriam os gregos. Aqueles pensamentos criados com a cabeça alheia, seguindo padrões determinados por influências externas, preconceituosas e discriminatórias.

Doenças mentais devem ser tratadas com respeito, assim como são tratadas as doenças cardíacas, do metabolismo, cutâneas, imunológicas e assim por diante.

Talvez possa ser mais difícil lidar com as pessoas que tem doenças da mente, mas todo o trabalho que é feito com respeito e amor sobrepõe as dificuldades.

Para crescermos como sociedade é preciso compreender que é fundamental respeitar toda e qualquer diferença, seja ela diagnosticada como doença ou apenas como um pensamento diferente do seu.

Tudo que a sociedade e o mundo em si precisam é de humanidade e respeito ao tratar com o próximo.




(Patrícia Belmonte, 'Sobre a Loucura')









Da Série: Poema



Não me deixe morrer com as palavras atravessadas na garganta, emboladas no céu da boca à beira do grito, e da sensação de um poema inacabado.

Patrícia Belmonte


Da Série: Sobre a Loucura



A loucura é individual e intransferível.


(Patrícia Belmonte, 'Sobre a Loucura')


sábado, 21 de maio de 2016

Da Série: Escolhas



As cores que irão colorir o seu caminho quem escolhe é você.


Patrícia Belmonte


domingo, 15 de maio de 2016

Da Série: Amor



Sempre tive dentro de mim a teoria de que o amor é construção e que estar apaixonado é uma das coisas mais belas da vida. Porém exige coragem e doação. Amar é ter muito mais coração espalhado pelo corpo e uma alma dançante a acompanhar-nos pela vida.

Patrícia Belmonte


quinta-feira, 12 de maio de 2016

Pense Lindamente!



Você atrai o que você pensa. Pense lindamente!



Patrícia Belmonte


quarta-feira, 11 de maio de 2016

terça-feira, 10 de maio de 2016

Leveza Disfarçada



O que levamos da vida é essa leveza, muitas vezes, disfarçada em pequenos gestos.


Ela sempre está lá...


Mas acredite!


Não basta abrir os olhos para vê-la, é primordial abrir o coração.



Patrícia Belmonte


*Foto: SantaRosa Perna de Pau


segunda-feira, 9 de maio de 2016

Da Série: Sobre a Loucura


A arte é considerada loucura por aqueles que vivem presos em um labirinto fechado e desumano regido por uma sociedade opressiva, discriminatória e manipuladora.


Patrícia Belmonte


*Na fotografia Arthur Bispo do Rosário, artista negro, pobre e nordestino que viveu durante 50 anos em uma colônia psiquiátrica e cuja obra é amplamente conhecida no Brasil e no mundo.



domingo, 8 de maio de 2016

Da Série: Mãe



Ser mãe é gerar amor

É deixar nascer a vida

Advinda do útero

Ou recebida pelo coração

É saber receber e doar o amor que vem e segue além da nossa própria existência.



Patrícia Belmonte


quarta-feira, 4 de maio de 2016

Da Série: Essência


Nasci na cidade grande

Ouvindo minha alma gritar por liberdade

Calcei sapatos

Sentindo a necessidade de andar descalça e reconhecer as várias texturas do solo

Ouço o barulho dos carros e os gritos de socorro de um povo amedrontado

Enquanto isso meus ouvidos suplicam pelo canto dos pássaros

E pelo sonoro e melodioso barulho das águas do rio a correr (pois essa é a única presa na qual eu vejo sentido)

O cheiro de fumaça e odores químicos cercam meu olfato

Que pede veemente pelo perfume das flores do campo

Meus dedos carregam anéis

Desejando a terra a deslizar entre eles

O cheiro de café passado, já nos primeiros raios de Sol, rememoram minha ânsia pela essência

Uma necessidade vultosa, um anseio de pureza dissolvendo meu interior

Penso

Repenso

Reconstruo

Renasço

Refaço

Concluo

É preciso a brisa serena para acolher as palavras e os sentimentos que brotam incessantes em meu coração.


Patrícia Belmonte




Da Série: Vida


A vida não exige sentido, exige sim é ser sentida.




Patrícia Belmonte


terça-feira, 3 de maio de 2016