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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Ser Mãe



Ser mãe é algo que só mesmo as mães entendem.
Quando meu primeiro filho nasceu eu passei a compreender o sentido da vida, pois naquele exato momento meus caminhos mudarão a direção e tudo que eu tinha já não era mais meu.

Quando meu segundo filho nasceu tudo foi multiplicado, agora sim, de uma vez por todas, eu já não me pertencia mais.
O foco da minha vida ficou resumido em dois pequeninos seres, pedaços de mim, que seguravam em minhas mãos para me ensinar o que de fato é o amor.

Amor de mãe é o maior e mais puro sentimento que pode existir. Amamos os pais, os irmãos, os companheiros, os amigos, cada um com a sua singeleza, mas o amor que transforma, que transcende, esse que nos faz ceder nosso coração, nossa alma, nossos sonhos, nossos dias, nossas noites, nossas horas, está completamente concentrado nos filhos.

E a cada conquista, a cada passo que eles dão para evolução, traz-nos uma alegria e uma satisfação imensurável, algo do tipo: “estou conseguindo cumprir meu papel e peço a Deus que me dê sempre sabedoria e capacidade de buscar forças para continuar, mesmo quando meus pés estiverem cansados, que eu possa seguir com pegadas firmes, olhos adiante e, o principal, amor no coração”.
Meus filhos são a sequência da minha vida.

Meus filhos são a base sólida que me mantem firme na caminhada.
Meus filhos são a minha parte mais bonita e o motivo pelo qual insisto em continuar.

Patrícia Belmonte


(Este texto dedico a meus filhos Lucas e Matias)

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