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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
domingo, 21 de janeiro de 2018
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
terça-feira, 16 de janeiro de 2018
domingo, 14 de janeiro de 2018
sábado, 13 de janeiro de 2018
Da Série: Silêncio
Meu silêncio comporta uma infinidade de palavras entrelaçadas em uma sequência ininterrupta de questionamentos.
Minha inquietação transcende a razão e a lógica do que, até aqui, a sociedade se imaginou capaz de julgar "aceitável".
Vou muito além do todo que só os olhos têm alcance.
Superficial não me cabe. Nasci inteira! Substancial!
Num corpo diáfano adentro a noite e abraço o mundo!
Patrícia Belmonte
Da Série: Nós
Se pudesse quebraria o silêncio
Arrebentaria sem dó ou piedade
Destruiria a machado sua onipotente presença
Se pudesse rasgaria a roupa
Gritaria em cólera a saudade que sinto
Das partes do teu corpo que ainda resistem em mim
Se pudesse pediria perdão pelos excessos
Pelos gritos e delírios inconscientes
Retornaria lenta e taciturna ao começo
Se pudesse impediria a passagem da noite
Mas só depois de banhar meu corpo no lumiar das estrelas
Para então poder cerrar meus olhos sem intenção
Se pudesse sentiria na longevidade do amor que construí
A vida de volta nesse aroma penetrante que atravessa o
quarto
E nesse mesmo silêncio que corta a minha carne
Sentiria de volta você...
Se pudesse!
Patrícia Belmonte
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
domingo, 7 de janeiro de 2018
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
Da Série: Intensa
Juro que fiz o melhor que pude
Dei o meu melhor
Dei o meu melhor
Acredite
Mesmo tropeçando e quebrando tudo
Juro a você que dei o máximo de mim
Não sirvo as coisas iguais
Sou intensa e devastadora
Na melhor forma de ser
Minha imensidão abriga céu estrelado
Flores do campo
Brilho intenso de lua cheia
Sou pequena e frágil quando falo de amor
Inconstante nas emoções
Integra e fiel ao que ocupa o coração
Sou humana, desajeitada e imperfeita
Mas reconheço o perdão como uma nova chance
Como forma de recomeço
Sou munida de gratidão por toda a extensão da minha alma
Acredito no bem que você me faz
Lamento e oro pelo mal que me desejas
Se não fui capaz de colorir seu jardim
Não foi por não querer e desejar
Nem tampouco por falta de tentativas
Nem todos os solos são aptos a florir
Alguns secam na escassez do tempo
Juro que fiz o melhor que pude
E na despedida ainda molho com lágrimas
O espaço triste e sem cor que domina o momento
Dentro dos meus sonhos perpetuo a acreditar
Que mesmo em corações rupestres delineados pela vida
Ainda é possível florescer.
Dei o melhor de mim...
Acredite!
Patrícia Belmonte



























